
Angola, Brasil e Timor-Leste, três dos oito países de língua portuguess, figuram, por razões várias, no relatório anual da organização Human Rights Watch, que dá conta de diferentes violações cometidas ao longo de 2007. Segundo o documento, hoje divulgado publicamente pela organização de defesa dos direitos humanos, com sede em Londres, dos três, o Brasil é o país com maiores problemas, sendo a violência policial o principal factor de desestabilização.
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"Confrontada com elevados índices de crime violento, especialmente nos centros urbanos, alguns agentes da polícia levam a cabo práticas abusivas em vez de respeitarem a conduta policial", lê-se no relatório.
A HRW adianta que as condições de detenção são "abismais" e que, nas áreas rurais, os conflitos ligados à propriedade da terra e a violência a eles associados continuam uma constante, enquanto os activistas dos Direitos Humanos são "alvo de ameaças e de ataques".
"Apesar de o governo brasileiro ter efectuado esforços para garantir uma diminuição dos abusos aos direitos humanos, raramente responsabilizou as autoridades policiais", sublinha-se no documento.
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Em Timor-Leste, segundo o mesmo relatório, houve alguns casos, "esporádicos", de violência, registados antes e depois das eleições de 30 de Junho de 2007, o que levou parte das populações a procurarem refúgio em alguns distritos do leste do país.
Realçando os avanços na Justiça, com alguns julgamentos em curso de militares e polícias responsáveis pelos conflitos e actos de violência registados em 2006, o relatório salienta, porém, que muitos dos crimes foram "abafados" ao abrigo da Lei da Amnistia, aprovada em 2007.
As eleições presidenciais e legislativas de 2007, relembra a HRW, trouxe novos líderes políticos ao país, mas o espectro de violência e de insegurança continua presente.
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A Human Rights Watch lamenta também que as novas autoridades timorenses continuem ainda a "ignorar" as recomendações da Comissão da Verdade e Reconciliação que averigua os crimes cometidos durante a ocupação indonésia de Timor-Leste (1975/1999).
Ponto considerado "muito positivo" pela HRW é a referência à inexistência de quaisquer ataques ou intimidações a activistas dos Direitos Humanos em Timor-Leste durante 2007.
"O Gabinete do Provedor, que tem o poder de investigar e reportar as queixas do governo e das diferentes instituições, tem trabalhado sem quaisquer interferências", refere a Human Rights Watch.
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Em Angola, a Human Rights Watch denunciou violações à liberdade de expressão e aos direitos humanos, havendo casos em que algumas associações locais e órgãos de comunicação social são alvo de intimidações.
A organização acusa também as autoridades de Luanda de, entre 2002 e 2006, terem desalojado mais de 30.000 pessoas das suas casas sem avançar com qualquer compensação ou indemnização, ou mesmo atribuir qualquer habitação.
A HRW fala ainda dos sucessivos adiamentos das eleições gerais angolanas, realizadas pela última vez em 1992, mas toda a informação do relatório sobre os temas eleitorais está já desactualizada, uma vez que baseia as denúncias na inexistência de datas para a votação, já marcada pelo Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, para Setembro deste ano.
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Notícias Lusófonas
16 comentários:
Claro que uma ONG como a HRW sediada em Washington e financiada pelo Departamento de Estado Norte-americano (e por uma infinidade de corporações) nunca iria considerar que os USA são o maior de todos os violadores de todos os direitos e mais um. Ou o que é a agressão e invasão do Iraque, Afeganistão, já para nem sequer mencionar a Palestina?
Estes apenas querem esconder o sol com uma peneira mas apenas conseguem mandar areia para os olhos.
O MUNDO SEMPRE EM BALANÇO.
1 ) Os EUA são efectivamente um "exemplo flagrante" de violação dos direitos humanos, de forma disseminada; relembro - para além duma Navy em prontidão combativa, que cobre todos os mares e oceanos da Terra, os Comandos do Pentágono possuem mais de 600 bases militares espalhadas pelo Mundo e, conforme às últimas intervenções, só manipulam, ou "esquecem-se" da ONU, em função das conveniências da Administração troglodita de George W. Bush, o que aumenta a gravidade de suas acções.
2 ) Também não deixa de ser verdade, com um grau de responsabilidade muito menor, que as Polícias do Brasil, Angola e Timor Loro Sae, parecem, com ênfases distintas, estarem longe de adoptarem filosofias operativas que priorizem medidas de carácter preventivo, pelo que relativamente a esse aspecto é premente chamar-se a atenção dos respectivos governos.
3 ) Os relatórios da HRW, são sempre importantes para se fazer um ponto de situação, inclusive por causa de suas propositadas omissões - o estado do mundo é nele sempre espelhado, mas neste aspecto é importante verificar-se que, atrofia-se o conhecimento dos males da autoria ou provocados pelos ricos, valorizando-se na razão inversa, o conhecimento dos males provocados pelos pobres, ou pelos "eventualmente concorrentes" que vão surgindo com o rótulo de "emergentes"!
Martinho Júnior
Quanto ao Brasil, as denúncias da HRW são corretíssimas. Recentemente uma jovem (16 anos) foi presa em uma cadeia, no estado do Pará, com mais de 30 homens sendo barbaramente violentada por meses seguidos. Somente uma parlamentar, em Brasília, manifestou indignação diante dos fatos. Após o ocorrido verificou-se que esta é uma prática corriqueira nas masmorras, digo, cadeias brasileiras.
Alfredo
Brasil
Obs: Mas nada lhe agrada, Margarida?
Invasões e agressões de nações pequenas pelas superpotências, não me agradam rigorosamente nada, mas vejo que agradam ao Alfredo.
Agradam ao Alfredo e agradam a outros palhaços que também os há em Timor-Leste.
Declaração da Amnistia Internacional dos USA: Suharto deixa herança violenta
AMNISTIA INTERNACIONAL USA – Comunicado de Imprensa
Janeiro 28, 2008
O Ex-General Suharto da Indonésia morreu sossegadamente na cama com a idade de 86 anos, ao contrário de mais de um milhão de Indonésios que os seus aliados mataram depois de tomarem o poder num golpe, e pelo menos um centena de milhar assassinados em Timor-Leste. Suharto foi um ditador brutal, e isso não põe fim à sua herança violenta.
Depois de Suharto ter resignado em desgraça em 1998, tentativas para o acusar pelos seus crimes provaram ser fúteis e as acusações foram deixadas cair. Os militares Indonésios continuam a dominar a política e os negócios.
A Amnistia Internacional USA está particularmente preocupada pelo apoio dos Estados Unidos aos militares da Indonésia (TNI). Em Novembro de 2006, o Congresso definiu restrições sobre o Financiamento Militar Estrangeiro (FMF) e exportação de equipamento militar "letal" para a Indonésia até haver responsabilização do TNI, especialmente das suas milícias por assassinatos e violência que se seguiu à votação em Timor-Leste em 1999 pela independência. Dois dias depois da lei ter sido aprovada, a Secretária de Estado Condoleezza Rice, citando a guerra ao terror, emitiu uma ordem a remover essas restrições.
Perpetradores de violações aos direitos humanos continuam a gozar de impunidade por violações que ocorreram em Timor-Leste e em Aceh antes do tsunami, e que continuam na Papua, Indonésia.
Apesar de promessas para melhorar os direitos humanos, tais abusos continuam na Papua, onde as forças do governo torturam, matam e põem na prisão figuras da oposição e ameaçam líderes da igreja e da comunidade que às vezes desaparecem. A dois Papuanos, que a Amnistia Internacional acredita serem presos de consciência, foram dadas longas penas de prisão por expressarem de modo não violento as suas crenças.
Um milhão de iraquianos morreram desde invasão ianque
• Segundo pesquisa de ONG britânica
LONDRES — Mais de um milhão de iraquianos morreram como conseqüência da violência desatada no país desde a invasão dos Estados Unidos em 2003, segundo estatísticas de uma organização não-governamental britânica, informou a ANSA.
Um levantamento da Opinion Research Business, que entrevistou mais de 2.400 adultos no Iraque, dos quais 20% reconheceu que ao menos perderam um familiar no conflito, infere o número de óbitos.
O relatório precisou que o último censo iraquiano, efetuado em 1997, resultou na existência de 4,05 milhões de famílias. A partir do dado, a Opinion Research Business calculou que aproximadamente 1,03 milhão de pessoas morreram por causa da guerra.
A pesquisa foi realizada entre agosto e setembro de 2007 em 15 das 18 províncias iraquianas, mas foi agora divulgada. O estudo revela que o número de óbitos oscila entre 946.258 e 1,12 milhão de pessoas.
Sim, e' triste que tantos iraquianos tenham morrido desde a invasao mas para os timorenses a prioridade e' por a sua casa em ordem.
O resto depois se vera.
Sim ponham lá a casa em ordem mas isso implica correrem primeiro com o primeiro-ministro de facto e atendedor do funeral do carrasco dos Timorenses.
dona margarida, você dá vontade de rir e ainda bem, acredite.
Ora repare. Queixaram-se e queixam-se de que Mari foi corrido do Poder por Xanana. Ainda bem que foi. Aquilo já não era responsável por nada do que aconteceu e acontecia no seu (des)governo, eram sempre os outros os culpados... aliás continua a dizê-lo.
Repare que depois de Mari ter sido corrido, que até não foi, foi Mari que se demitiu senão demitia-se Xanana e aí então não sei o que aconteceria mas vislumbro que a trupe de Maputo teria de uma vez mais abandonar o país e desta vez não por causa dos indonésios mas sim pelos próprios timorenses. Lá andou ele a retardar a fatalidade, demitiu-se e bem.
Depois foi aquele tempo palerma de todo... em que a Frete ainda aprovou umas Leis muito bonitas em seu favor... nem assim conseguiram ser um pouco mais honestos... até que se chegou às eleições que tanto teimaram dever ser feitas em 2007. As únicas eleições livres (com as condicionantes de estupidez provocadas pelos próprios, de haver deslocados, miséria, fugitivos, etc) realizaram-se: perdem as presidenciais e as legislativas são o partido mais votado mas... para cumulo dos azares, um conjunto de partidos juntam-se para obviamente dar a possibilidade a uma solução Constitucional que teimam em contrapôr... sinceramente, dona margarida, vive em que mundo?
No da afronta, já se via no timoronline e então agora, aqui, no novo séquito então está como peixe na água.
Desejo-lhe a melhor das sortes mas já não há paciência. E é por essas e por outras que Timor-Leste está no estado em que está. Com gente assim e tão acérrimos defensores outro resultado não seria de esperar.
Ainda por cima, distanciam-se de tal modo, que não serão vocês a resolver os problemas. Vai ser engraçado.
Hoje está a chover... no molhado...
“Hoje está a chover... no molhado...”
Lembram-se que eram os fascistas que ameaçavam com chuva em Santiago do Chile e que depois houve o golpe do Pinochet? Na altura até inventaram uma ameaça tipo “Chove em Santiago e já pinga em Lisboa”.
Esses fascistazecos de Díli não sonham com outra coisa a não ser a total consumação do golpe fascista de 2006. Mas perderam a oportunidade e quase dois anos depois o mandante do golpe é uma pálida imagem do que então era, hoje o “herói” não passa dum boy do Horta.
Hahaha...
O que voce nao sonha, e nem podia sonhar porque nunca la meteu os pes, e' que em Timor Kay Rala Xanana Gusmao ainda merece o respeito do povo como muitos poucos politicos o merecem a nivel nacional.
Nem Alkatiris nem Luolos lhe chegam aos calcanhares em materia de respeito que o povo tem para com os seus lideres.
Kay Rala so ha um, Xanana e mais nenhum!!
“Kay Rala so ha um, Xanana e mais nenhum!!”
Nem sabe o alívio que dá a todos os democratas com essa novidade! É caso para dizer que os Timorenses estão de parabéns e é também por já há muito desconfiar disso que eu tenho os Timorenses em tão alta consideração. Parabéns amigos Timorenses!
O nível continua o mesmo ... péssimo a favor da dona Margarida.
A maioria destes homens que comentam aqui têm mais graça do que um espécime do sexo feminino que desdita o seu género, na sua média.
"desdita o seu género"???
Temos agora machismo de trazer por casa? Só faltava!
Promotores da violência? A primeira grande vaga de refugiados aconteceu quando as pessoas fugiram depois de terem passado noites a tremer de medo com FDTLS a disparar nos bairros e a caçar peticionários como se estivessem a fazer uma batida no mato. Os promotores da violência foram os FRETILINS que resolveram soltar a tropa no meio da própria população civil do país. Não sei onde é que a senhora vive mas o que acha se o Sócrates resolver soltar os Comandos cheios de armamento de guerra e com autorização para utilizá-lo lá no seu bairro para caçar uns delinquentes negros, e os Comandos lhe puserem a porta abaixo ao pontapé porque também é negra ou nasceu na mesma terra que os delinquentes?
Só quando os FDTL foram mandados voltar para os quartéis é que começou a vingança dos vândalos loromonus e a fuga dos FRETLINS lorosaes para os campos de refugiados de onde os seus filhos jovens ainda continuam a sair para partir coisas de cada vez que recebem ordem do Alkatiri
Margarida, vamos supor que na tropa portuguesa um terço dos magalas são pretos. Depois há problemas disciplinares, manifestações, e o comando decide expulsar um terço dos militares das forças armadas, os que são pretos. Eles voltam para casa e passam meses a remoer o que consideram ser uma injustiça e a explicar a todos os outros pretos o que consideram que aconteceu. Dentro de pouco tempo todos os pretos do país se consideram discriminados, e com medo porque os dois terços que ficaram na tropa e tem armas na mão são brancos. Imagine ainda que o Governo manda os brancos armados com metralhadoras entrar pelos bairros civis a disparar rajadas e a caçar pretos. Não estão criadas as condições para conflitos sociais gravíssimos?
Foi isso que aconteceu em Timor, mas em vez de pretos havia loromonus.
"as pessoas fugiram depois de terem passado noites a tremer de medo com FDTLS a disparar nos bairros e a caçar peticionários como se estivessem a fazer uma batida no mato. Os promotores da violência foram os FRETILINS que resolveram soltar a tropa no meio da própria população civil do país. Não sei onde é que a senhora vive mas o que acha se o Sócrates resolver soltar os Comandos cheios de armamento de guerra e com autorização para utilizá-lo lá no seu bairro para caçar uns delinquentes negros, e os Comandos lhe puserem a porta abaixo ao pontapé porque também é negra ou nasceu na mesma terra que os delinquentes?"
Olhe que umas cacetadas da polícia não são a mesma coisa que camiões cheios de militares com equipamento de guerra a disparar rajadas ao lado da sua casa de palapa seguidos de um biqueiro na porta para ver se os loromonus "milisi" estão lá dentro escondidos. Quantos milhares de munições é que o Lere disse ao Parlamento que gastou nessa noite?
foi em 17 de Março de 2006 que o Brigadeiro-General declarou que eles estavam despedidos (porque tinham desertado um mês antes, em 17 de Fevereiro), que foi menos de uma semana depois (23 de Março) que o PR falou sobre a necessidade de investigar seriamente a questão das alegadas “discriminações loromae-loromuno” e que foi exactamente um mês depois (24 de Abril) que eles começaram as manifestações, e que a 26 já estavam a exigir a resignação do PM e não a resolução de qualquer “discriminação”, como era de resto hábito em qualquer manifestação que se fizesse em Díli e foram muitas, porque a maneira truculenta de governar de Mari ALkatiri levou a que amplos sectores sociais fossem ficando progressivamente fartos dele e do partido dele.
A senhora é que está a dar razão ao que disse o anónimo das 2:08. O processo foi arrastado sem resolução capaz pelo Governo e Comando das FDTL e nem perceberam que estavam a deixar fermentar um barril de pólvora. Deixe de ver conspirações em todo o lado. Não foi a Xanana que criou o problema dos peticionários, ele tentou resolvê-lo
Quantos milhares de munições é que o Lere disse ao Parlamento que gastou nessa noite?
"Estão agora a dizer que só depois do final de Abril é que afinal se “ criou uma impressao de lorosae contra loromonu”"
Obviamente que sim!
A questao da diferenca lorosae-loromonu sempre existiu em Timor desde o tempo colonial mas era muito superficial. Nunca chegou a ser uma questao de Lorosae CONTRA loromonu.
Foi precisamente o evento de 28-29 de Abril de 2006, caracterizado pela movimentacao de um exercito com membros quase exclusivamente de lorosae para intervir CONTRA os peticionarios e civis exclusivamente de loromonu que acabou por gerar a mais profunda divisao entre estas duas partes agravando a dimensao da diferenca.
Nao nos esquecamos que foram os membros das F-FDTL originarios de Loromonu (Peticionarios) que abandonaram na sua quase totalidade os quarteis deixando para tras um exercito quase exclusivamente com membros de Lorosae.
CONSEQUENTEMENTE O RESULTADO DE TAL INTERVENCAO NAS CIRCUSNTANCIAS EM QUE OCORREU NAO PODIA TER TIDO OUTRO RESULTADO SENAO O AGRAVAMENETO DA DIVISAO LOROSAE-LOROMONU CRIANDO INEVITAVELMENTE UMA PERCEPCAO GENERALIZADA DE CONFLICTO ARMADO ENTRE LOROSAE E LOROMONU.
Isto porque as forcas armadas, sao por natureza forcas tipicamente usadas em combate militar onde o objetivo e' fazer frente e aniquilar um inimigo devidamente identificado. O uso de forcas militares representa sempre o auge de um conflicto aberto entre duas partes.
E' obviamente por essas razoes que existem regulamentos muito especificos (Lei Organica das F-FDTL) que devem ser rigorosamente observados quando existe a necessidade de as usar em questoes de seguranca interna. Estes regulamentos foram completamente violados pelo Mari Alkatiri e o seu denominado "gabinete de crise" como o relatorio da CoI demonstra sem margem para qualquer duvida.
Foi um erro catastrofico de julgamento (talvez nao intencional) do Mari Alkatiri ter usado as F-FDTL, primeiro na altura e circunstancias em que as usou e segundo, mas nao mmenos grave, em completa violacao das leis que as regulam.
Foi em 28-29 de Abril de 2006 que pela primeira vez em toda a historia contemporranea de Timor Leste forcas militares nacionais oriundas de uma parte do pais foram usadas contra militares e civis oriundos de outra parte do pais.
Alas, o agravamento `a nivel militar da divisao outrora superficial Lorosae-Loromonu. Este singular evento delineou, num abrir e fechar de olhos (com algumas mortes no meio) as linhas de combate que subsequentemente se observou ate no seio das populacoes civis.
Isto gracas ao Mari Alkatiri e o seu "gabinete de crise".
(HanoinTokBa)
Do Relatório da ONU:
Tanto a PNTL como a F-FDTL patrulharam a cidade de Dili e seus arredores na noite de 28 de Abril de 2006 até às horas de iluminação natural do dia 29 de Abril de 2006. O propósito dessas patrulhas era em parte o de controlar o movimento dos peticionários. A F-FDTL e a PNTL tinham diferentes perspectivas quanto à amplitude deste propósito. A perspectiva da PNTL articulada perante a Comissão era a de que os peticionários deveriam ser presos e entregues à PNTL somente em caso de os mesmos se movimentarem e que não havia sido autorizada qualquer operação no sentido de os
capturar. Por outro lado, os soldados da F-FDTL actuavam sob instruções segundo as quais deveriam conduzir uma busca pelos peticionários e disparar contra eles caso tentassem escapar.
Ouviram-se tiros de arma de fogo durante toda a noite, particularmente na parte ocidental de Dili onde a F-FDTL havia montado posições em Rai Kotu, Taci Tolu e Beduku. Rumores segundo os quais a F-FDTL havia massacrado 60 pessoas começaram a circular no dia 29 de Abril e rapidamente se espalharam depois disso.
A Margarida ainda não me respondeu. O Lere disse que as F-FDTL tinham gasto seis mil (6000) munições o que significa uma de duas coisas:
- os soldados das F-FDTL dispararam mais ou menos uns mil tiros para matar cada uma das vítimas que realmente houve (ficaram em puré?),
- ou então, foram soltos de maneira estúpida em bairros residenciais e entraram numa orgia de intimidação e violência, que fez surgir os boatos de um massacre e precipitou os confrontos generalizados loromonu/Lorosae que se seguiram
6000 municoes gastou o
lere quando foi solto nos bairros pelo mari uma noite. pelo que diz acima nao foram para matar seis peticionarios, mas quatro apenas. 1500 municoes para cada um. os defuntos devem ter sido recolhidos com uma colher
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