
Díli, 8 nov (Lusa) - A cidade de Díli, capital do Timor Leste, viveu, neste domingo, uma animação incomum na periferia, com o desfile de maracatu, ritmo típico de Pernambuco.
A iniciativa aconteceu por ocasião do Mês Cultural do Brasil e, segundo o embaixador brasileiro, Edson Monteiro, também buscou transmitir um pouco de alegria aos timorenses, que tentam deixar para trás as marcas da violência e enveredar pelo caminho do desenvolvimento.
"Só desenvolvimento não basta, é preciso que as pessoas tenham alegria. O carnaval no Brasil é sinônimo de alegria, e esperamos que aqui também seja isso", disse o diplomata em entrevista à Agência Lusa.
Os organizadores do Mês Cultural do Brasil no Timor optaram por trazer a Díli um grupo de maracatu, em vez do samba, para representar o carnaval brasileiro.
O ritmo típico de Pernambuco é uma manifestação cultural da música folclórica afro-brasileira, que mistura as culturas indígena, africana e europeia, com origem na tradição do Reino do Congo, implantada no Brasil pelos portugueses.
Os grupos de maracatu são compostos por entre 30 e 50 participantes, que vestem o porta-bandeira à Luís 15, sendo depois acompanhado das "damas do paço" com calungas (bonecos de origem religiosa do Congo) e da corte.
Muitos timorenses assistiram ao evento, acompanhando o desfile junto à praia, assim como estrangeiros de várias nacionalidades que trabalham ou moram em Díli.
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A iniciativa aconteceu por ocasião do Mês Cultural do Brasil e, segundo o embaixador brasileiro, Edson Monteiro, também buscou transmitir um pouco de alegria aos timorenses, que tentam deixar para trás as marcas da violência e enveredar pelo caminho do desenvolvimento.
"Só desenvolvimento não basta, é preciso que as pessoas tenham alegria. O carnaval no Brasil é sinônimo de alegria, e esperamos que aqui também seja isso", disse o diplomata em entrevista à Agência Lusa.
Os organizadores do Mês Cultural do Brasil no Timor optaram por trazer a Díli um grupo de maracatu, em vez do samba, para representar o carnaval brasileiro.
O ritmo típico de Pernambuco é uma manifestação cultural da música folclórica afro-brasileira, que mistura as culturas indígena, africana e europeia, com origem na tradição do Reino do Congo, implantada no Brasil pelos portugueses.
Os grupos de maracatu são compostos por entre 30 e 50 participantes, que vestem o porta-bandeira à Luís 15, sendo depois acompanhado das "damas do paço" com calungas (bonecos de origem religiosa do Congo) e da corte.
Muitos timorenses assistiram ao evento, acompanhando o desfile junto à praia, assim como estrangeiros de várias nacionalidades que trabalham ou moram em Díli.
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3 comentários:
Fomos invadidos por Portugal
Depois os hermanos da indonesia
Maracatu agora invade a capital
Pensei que estava virando Rodesia
Palhacada ja ha muita e nossa
Nao precisamos da de Pernambuco
Precisamos de cavalo e roca
De nada nos serve mais maluco
Ze da Labia de Matogrosso
Oh, Sr. Embaixador do Brasil:
V. Exa.deixou morrer a participação brasileira no o projeto justiça, eis que não tem mais nenhum juiz, procurador e apenas 1 defensor do nosso país ajudando no sistema de TL e, agora, vem trazer bailarinos pagos com o dinheiro nosso, do contribuinte brasileiro, que sofre uma das maiores cargas tributárias do mundo.
Pare de fazer festa e de proporcionar turismo a poucos com dinheiro dos cofres público.
coisas do governo Lula, o cara !!!!!!
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